Sensibilização com Agentes Comunitários de Saúde na cidade Estrutural

O Fortalecimento Familiar e Comunitário da Aldeias Infantis SOS Brasil desenvolve ações de mobilização e fortalecimento comunitário além do serviço de atendimento direto a crianças. Entendendo que as ações não acontecem de forma isolada o programa de Brasília desenvolve seus projetos mobilizando parcerias em rede. A ação desenvolvida hoje é fruto dessa participação. Contribuindo com CREAS, COSE, Conselho Tutelar e Coletivo da Cidade, o Assistente  de Desenvolvimento Familiar e Comunitário Coracy Coelho, participou de reunião de sensibilização sobre os riscos e desafios do trabalho infantil na comunidade da Cidade Estrutural. A ação é fruto de uma mobilização em rede abraçada por vários atores que entendem a importancia de unir força no enfrentamento das situações de violação de direitos de crianças e adolescentes na região. Confira fotos da atividade:

 

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Video de projeto do Programa na Paraíba

A troca de experiências é fundamental para o crescimento e aprimoramento dos serviços e projetos desenvovidos pela organização. Nesse sentido divulgamos para os parceiros e apoiadores de Brasília o belo video do programa da Aldeias Infantis SOS Brasil na Paraíba. Vale a pena conhecer o belo trabalho desenvolvido lá. Parabéns a equipe de lá”

Proposta de fluxo para enfrentamento do Trabalho Infantil no Distrito Federal

O Fluxo de Atendimento a Crianças e Adolescentes em Situação de Trabalho Infantil é um documento construído pela Comissão do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil do DF/CEPETI e o Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Adolescente Trabalhador do DF/Fórum PETI. A construção de um fluxo conjunto visa sistematizar o atendimento de todos os órgãos da rede do Distrito Federal no enfrentamento ao trabalho infantil sob a ótica da prevenção, proteção e promoção dos direitos das crianças e adolescentes conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990).

O estabelecimento de um fluxo de atendimento é imprescindível para nortear os atores da Rede de Proteção Social quanto à responsabilidade de cada instituição no enfrentamento ao trabalho infantil. É preciso ter consciência que nenhum órgão isolado é capaz de romper com a exploração da força de trabalho infanto-juvenil, ao mesmo tempo em que é fundamental que cada instituição exerça sua função sem sobreposições de ações.

A construção desse fluxo traz um amadurecimento às políticas públicas distritais voltadas à defesa e à promoção dos direitos das crianças e adolescentes. Ao estruturar o atendimento à criança ou adolescente com direito violado, bem como a atenção à sua família, o fluxo visa minimizar a sobreposição de ações, visibilizando a atuação de cada órgão e o responsabilizado pela sua competência. Além disso, a rede de atendimento se fortalece diminuindo as distâncias entre as instituições e entrelaçando o acompanhamento do público alvo.

Considerando a participação da população, dos movimentos sociais e dos operadores das políticas públicas como fundamental para qualificar os instrumentos normativos e o funcionamento dos mecanismos de promoção e defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, o CEPETI e o Fórum PETI lançam o documento para consulta pública.

As contribuições devem ser enviadas até o dia 20 de abril de 2013 ao e-mail: trabalhoinfantil@sedest.df.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Acesse aqui o texto para consulta pública.

Fonte: Site da SEDEST

Reunião de Grupo de Discussão sobre Acolhimento

Grupo de Discussão Permanente das UACs, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda – SEDEST, se reuniu na última sexta, 18/01, no anexo do Pálacio do Buriti para discutir as ações dos serviços de acolhimento do DF.

 

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No encontro foi apresentado o Programa de Proteção a Crianças Ameaçados de Morte – PPCAM/DF e sua nova coordenação. Também foi apresentado pela Gêrencia de Média Complexidade da SEDEST o trabalho dos CREAS e a proposta de criação de um protocolo de atendimento a crianças e famílias em unidades de acolhimento no DF. A idéia é fortalecer a comunicação e o trabalho em parceria no processo de atendimento e reintegração familiar de crianças nesses serviços. O CREAS é o responsavel pela politica pública de reintegração e proteção de crianças com seus direitos violados e/ou sob riscos.